Tribuna | 29 de julho de 2013 | Foto: Marco Lima

Para o taxista Luiz Gonzaga, 61, sua melhor história nos mais de 20 anos de taxi não teve fim e continua rolando até hoje. Foi durante uma corrida que ele conheceu sua esposa, há 23 anos. Ele lembra como se fosse hoje: “Ela entrou de vestido azul e meia calça preta. Aquelas pernas bonitas… Logo pediu pra fumar e eu disse ‘pode até fumar charuto, se quiser’”, conta.

A corrida foi do Uberaba até o Pinheirinho, onde a moça com então 19 anos trabalhava. Durante o caminho ele – que na época tinha 40 – conta que foi passando um dolangue na passageira. Pelo jeito, a garota gostou, já que pediu para buscá-la na volta do trabalho. “Daí ela só pagou duas corridas, pra ir e voltar do trabalho naquele dia. Depois nunca mais e ia pegar a moça todo dia no trabalho”. Seis meses depois já estavam no altar.