Tribuna | 22 de julho de 2013 | Foto: Marco Lima

Já era madrugada quando o taxista Ari dos Santos, 60, pegou a passageira perto do Shopping Itália. Ele lembra que a moça era bonita: loira, bem vestida, simpática e falava bem, mas logo percebeu que ela estava alterada, provavelmente drogada.

No meio do caminho ela pediu para ir até o Museu Oscar Niemeyer e quando chegou lá surpreendeu Ari dizendo que queria ficar nua. “Ela perguntou se podia ficar pelada, queria que eu dissesse se ela era feia ou não porque o namorado tinha falado mal dela”, conta.

E às 2h15 da madrugada ela tirou toda a roupa para o taxista, embaixo de um poste de luz, para ele analisar de verdade seus dotes. “Ela era bonita sim, mas mesmo que fosse um tribufu eu ia falar que era boa. Não podia contrariar, né?”. Confirmada a beleza, a moça vestiu uma saia curta e voltou para casa, no centro da cidade.