Tribuna | 22 de julho de 2013 | Foto: Brunno Covello/SMCS

Como já é comum, mais uma briguinha pelo telefone. Não tinha como não ouvir a menina sentada atrás de mim falando provavelmente com o namorado. E parecia que a confusão envolvia a família. A garota atendeu o telefone e foi logo dizendo que já estava chegando em casa, querendo encerrar o assunto. A pessoa falou alguma coisa do outro lado da linha e logo ela se exaltou: “Qual o problema da minha família”, disse em voz alta. Não sei qual foi a resposta, mas ela ficou ainda mais nervosa. “Você acha que eu sou uma à toa? Eu não tive o dia inteiro sem fazer nada”, retrucou e desligou o telefone na cara da pessoa.

 

Dupla sacana
Não é sempre que encontramos motoristas e cobradores com vontade de ajudar. Há algumas semanas presenciei a má vontade de uma dupla nada cortês. Mesmo numa noite bem fria, o motorista não teve dó de deixar um passageiro no ponto. Ele fingiu que não viu o rapaz acenando feito um doido para o ônibus parar e passou reto como se não tivesse ninguém ali. E o ônibus não estava cheio!

Momentos depois foi a vez do cobrador. Um rapaz estava dormindo no banco do ônibus e provavelmente tinha pedido para ser avisado quando chegasse ao local onde ele precisava descer. Com aquela má vontade, o cobrador o chamou apenas uma vez, se deu por satisfeito e continuou a viagem já que o rapaz não acordou. Não sei onde ele foi parar porque até eu descer ainda não tinha acordado.

 

#Participe! Você também tem uma história de busão? Envie e-mail para carolinab@tribunadoparana.com.br!

 

http://parana-online.com.br/colunistas/356/97838/?postagem=A+TOA+NAO