Tribuna | 25 de abril de 2014 | Foto: Divulgação

De acordo com o padre Zdzislaw Malczewski o sumo pontífice, por meio da Congregação para Canonização e Beatificação, cria uma comissão especial e e vida do “candidato” é vasculhada. “Os documentos, correspondências, testemunhos de vida. Tudo é feito sob juramento, porque não pode entrar nenhuma mentira”, diz. Passada esta etapa, só um milagre eleva ao grau de beato.

“A beatificação precisa de pelo menos um milagre. Por exemplo, os médicos vão dizer que a ciência da medicina não tem condições de explicar porque alguém gravemente doente de repete recuperou a saúde”, exemplifica. Para ascender ao grau de santo, o processo se torna mais rigoroso. A canonização precisa de dois milagres, mas o papa tem o poder de decidir.

 

João Paulo II já fez dois milagres
O papa polonês realizou dois milagres que foram comprovados por uma comissão do Vaticano. O primeiro registro é o da freira francesa Marie Simon-Pierre, que disse ter sido repentinamente curada de mal de Parkinson dois meses após a morte do pontífice.

O segundo milagre foi registrado na Costa Rica, com Floribeth Mora. Ela garante que em 2011 foi curada de um tipo raro de aneurisma cerebral após pedir a intercessão de João Paulo II. Na época, ela tinha 48 anos de idade e surpreendeu os médicos com sua cura. (Colaborou: Kelli Kadanus)

 

 

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